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MITOS E VERDADES SOBRE A DESPROPORÇÃO CEFALO-PÉLVICA

Muito se fala sobre a desproporção cefalo-pélvica (DCP) – um conjunto de situações em que há uma incompatibilidade entre o tamanho do bebê e do canal de parto.


MAS SERÁ QUE ESSE É UM INDICATIVO DE CESÁREA CAPAZ DE SER IDENTIFICADO AINDA NO PRÉ-NATAL?


“A RESPOSTA É NÃO. SÓ É POSSÍVEL SABER SE HÁ DCP DURANTE O TRABALHO DE PARTO, APÓS A DILATAÇÃO TOTAL, E APÓS UM PERÍODO AGUARDANDO PELA MOVIMENTAÇÃO DO BEBÊ.


Mas e se a mãe for pequena? E se o bebê for grande? E se o pai da criança for grande?

Aqui geralmente surgem alguns mitos: não existem exames que possam prever se vai ou não haver passagem para o bebê ainda no pré-natal. Inclusive porque os tecidos da mãe e a sua bacia variam de tamanho graças à sua flexibilidade e à ação hormonal durante o trabalho de parto. Assim também, há espaços entre os ossos da cabeça do bebê, o que faz com que ela se adapte ao canal do parto durante a passagem.


A DCP também não pode ser observado levando em conta, por exemplo, o peso do bebê, ou o tamanho do quadril da mulher.

Isso porque a DCP está relacionada à posição como o bebê entra no canal de parto, o que, aí sim, pode levá-lo a não conseguir passar.

E nesses casos, a cesárea é indicada.


MAS PARA DIAGNOSTICAR ESSA SITUAÇÃO É PRECISO ENTRAR EM TRABALHO DE PARTO E ESPERAR A DILATAÇÃO TOTAL.


Um bebê pequeno pode ter DCP dependendo de sua posição, e bebês grandes podem nascer sem dificuldade.

Só a evolução do trabalho de parto irá nos dizer!

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